«A família actual já não corresponde ao esquema tradicional enaltecido pela sociedade industrial. As gerações já não coexistem sob o mesmo tecto, e a importância da autoridade paterna decresce à medida que se impõe a afectividade como valor essen-
 Não existe desagregação, mas a mutação profunda da família que, não se limi- tando a um modelo único, antes se desdobra em diversas modalidades de que não tínhamos, até agora, nenhuma experiência.
As transformações do nosso século modificaram profundamente o tecido social. (…)
O emprego das mães, por exemplo, retira-lhes tempo para consagrar à família. (…)
Como corolário aparece o novo pai, mais à vontade nas tarefas que, outrora, eram estritamente da alçada da mãe, como os cuidados prestados ao bebé.»

 Jean-Pierre Pourtois, Flugutte Desmet e Christine Barras, “Educação Familiar e Parental”

in Inovação, vol. 7, 1994

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